Serasa: falências decretadas no Brasil atingem menor número desde 2005

Em janeiro de 2011, somente 41 empresas, em todo o território nacional, decretaram falência. Esse foi o menor número já registrado para o primeiro mês do ano, desde 2005, de acordo com o Indicador Serasa Experian de Falências e Recuperações, divulgado nesta sexta-feira (4).

Os analistas da Serasa Experian avaliam que a economia aquecida em 2010 determinou, no mês passado, o menor volume de falências decretadas. Ainda de acordo com a Serasa Experian, a perspectiva é de que o processo de desaceleração da economia, iniciado em dezembro pelo governo com o objetivo de controlar a inflação, não causará aumento no número de falências.

“O esfriamento econômico não deve ter impacto sobre a condição financeira das empresas”, prevê o assessor econômico da Serasa Experian, Carlos Henrique de Almeida. Para ele, mesmo com uma produção menor, as empresas continuarão a ter crédito disponível para fazer os investimentos necessários.

Fonte: Brasília Confidencial

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The Economist: Brasil se tornará sétima maior economia em 2011

Detalhe da capa de uma edição de novembro de 2009 da revista The Economist

Detalhe da capa de uma edição de novembro de 2009 da revista The Economist

Na edição especial “O mundo em 2011”, a revista semanal inglesa “The Economist”, projeta que o Brasil se tornará a sétima maior economia do planeta este ano, com Produto Interno Bruto (PIB) superior a US$ 2 tri de dólares.

Na edição especial “O mundo em 2011”, a revista semanal inglesa “The Economist”, projeta que o Brasil se tornará a sétima maior economia do planeta este ano, com Produto Interno Bruto (PIB) superior a US$ 2 tri de dólares.

Em 2002, o PIB brasileiro era de US$ 450 bilhões, o que garantia a 12ª posição no ranking das maiores economias do planeta, atrás de países como Coréia do Sul, México, Espanha, Canadá e Itália. Nações que, de acordo com a publicação britânica, serão deixadas para trás em 2011 pela economia nacional.

Atualmente, o Brasil já é a oitava maior economia global e teve PIB acima de US$ 1,9 tri em 2010. Para que salte para a sétima posição, será necessário desbancar a economia italiana, que nunca antes foi menor do que a brasileira. É é isso que acontecerá nos próximos 11 meses, segundo os analistas ingleses. Para eles, o PIB italiano não deve passar de R$ 1,8 tri neste período. Confira:

Ranking The Economist das maiores economias em 2011

1. Estados Unidos – US$ 14,996 tri
2. China – US$ 6,460 tri
3. Japão – US$ 5,621 tri
4. Alemanha – US$ 3,127 tri
5. França – US$ 2,490 tri
6. Reino Unido – US$ 2,403 tri
7. Brasil – US$ 2,052 tri
8. Itália – US$ 1,888 tri
9. Índia – US$ 1,832 tri
10. Rússia – US$ 1,737 tri
11. Canadá – US$ 1,616 tri
12. Espanha – US$ 1,337 tri
13. Austrália – US$ 1,190 tri
14. México – US$ 1,119 tri
15. Coreia do Sul – US$ 1,094 tri

O Goldman Sachs, um dos maiores bancos de investimento do mundo, prevê que, uma vez que está em rápido desenvolvimento, o Brasil pode ser a quarta economia mundial em 2050, perdendo apenas para Índia (3ª), Estados Unidos (2ª) e China (1ª).

Fonte: Brasília Confidencial

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LIÇÕES DA DEMOCRACIA

O processo da  votação do projeto de lei que define a política de reajuste do salário mínimo trouxe ensinamentos. O primeiro deles foi a certeza de que o cumprimento de acordo é a garantia da respeitabilidade entre as partes que o firmaram. A segunda lição ensinou que um bom acordo é muito melhor do que um embate sem perspectivas positivas, pois este leva ao desgaste e deixa feridas abertas, contaminando futuras negociações. O terceiro ensinamento mostrou que dificilmente a demagogia e o proselitismo superarão a eficácia de uma política séria e compensativa para os entes envolvidos, tal qual é a política de reajuste do salário mínimo aprovada.

A convicção com que defendi o projeto enviado pela Presidenta Dilma, garantiu-me tranqüilidade e paz de espírito, pois tenho a certeza de que essa proposta é a melhor possível. Recebi diversos cumprimentos de apoio e agradecimentos, feitos pessoalmente, por  mensagens e  telefonemas.          Muitos dos quais me trouxeram a certeza da correção dos meus atos, tais como o telefonema da Presidenta Dilma. Ela me parabenizou pela coerência, coragem, honra e defesa competente e firme da política de crescimento do salário mínimo.

Também muito me confortou o apoio dos companheiros Sérgio Nobre – Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC e José Feijóo – Vice Presidente Nacional da CUT, que antes da votação garantiram-me da coerência em manter acordos. Também os companheiros Wagner Freitas e Artur Henrique, respectivamente tesoureiro e presidente da CUT Nacional me telefonaram, cumprimentando-me pela vitória e reafirmando a confiança que sempre depositaram neste parlamentar.  Companheiros de fábrica, de bairro, do partido e muitos parlamentares e ministros mantiveram contato para hipotecar apoio à nossa posição frente a este embate.

Por tudo isso sei que estamos no rumo certo. Essas lições e demonstrações de solidariedade me fazem cada vez mais convicto de que é possível avançar ainda mais em benefício do nosso povo. Temos adiante a luta pela jornada de 40 horas semanais, a correção da tabela do imposto de renda,  o combate ao trabalho escravo,  a regulamentação da terceirização, a aprovação das regras contra a demissão em massa (Convenção 158 da OIT), dentre muitas outras tarefas.

Meus sinceros agradecimentos a todos e a todas.

Brasília, 17 de janeiro de 2011.

DEPUTADO VICENTINHO

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