Balanço 4 anos do Programa de Aceleração do Crescimento

Ao lançar o Programa de Aceleração do Crescimento(PAC), em janeiro de 2007, o Governo Federal assumiu o compromisso de fazer o Brasil crescer de forma acelerada e sustentada. No primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, os principais desafios eram estabilizar a economia e implementar um novo modelo de desenvolvimento para o País, combinando crescimento com distribuição de renda. A tarefa foi cumprida: quatro anos depois, a economia brasileira reunia indicadores positivos como poucas vezes na história, e o mundo atravessava um ciclo contínuo de crescimento. Com a casa arrumada e um cenário internacional favorável, abria-se um horizonte de possibilidades.

Era chegado o momento de avançar. O PAC foi uma resposta a esse desafio. Pela primeira vez em décadas, o País teria um plano estratégico capaz de resgatar o planejamento em infraestrutura, retomar investimentos em setores estruturantes, fazer crescer o emprego e a renda, incentivar o investimento público e privado e, principalmente, construir a infraestrutura necessária para sustentar o crescimento do Brasil. Um plano que só teria êxito se houvesse forte articulação no Governo Federal e fosse executado em parceria com estados, municípios e com a iniciativa privada.

Os resultados alcançados pelo PAC nesses quatro anos mostram o acerto da decisão de lançar o programa. A expansão média da economia brasileira deve atingir 4,6% ao ano no período 2007-2010, taxa significativamente maior que a verificada em períodos anteriores.

Os investimentos públicos dobraram entre 2007 e 2010, passando de 1,62% do PIB, em 2006, para 3,27% do PIB nos 12 meses encerrados em outubro deste ano. Um dos fatores que contribuíram para o aumento dos investimentos foi a ampliação do crédito, com juros menores e prazos de pagamento maiores.

A criação de postos de trabalho continua em expansão. O saldo líquido de geração de empregos acumulado no período do PAC é recorde: 8,2 milhões. A taxa de desemprego de outubro deste ano é a menor da série histórica do IBGE: 6,1%. O PAC também foi essencial para coibir os impactos da crise financeira que assolou os mercados internacionais em 2008 e 2009. No Brasil, diferentemente da maior parte dos países, o Governo Federal não reduziu investimentos. Ao contrário, o PAC, juntamente com a força do mercado interno, foi capaz de minimizar significativamente os impactos da crise econômica internacional. Todos os brasileiros ganharam com o PAC, grande parte por serem beneficiados diretamente pelas obras que estão sendo realizadas e os demais, pelo efeito extremamente positivo que o PAC provoca na economia, garantindo crescimento continuado em nosso País.

Os investimentos executados pelo programa chegarão a R$ 619 bilhões até 31 de dezembro de 2010. Esse valor representa 94,1% dos R$ 657,4 bilhões previstos para serem investidos pelo programa no período 2007-2010. Até 31 de outubro deste ano, o montante investido atingiu R$ 559,6 bilhões, equivalentes a 85,1% do total previsto.

Os empreendimentos concluídos no âmbito do PAC alcançarão R$ 444 bilhões até dezembro de 2010. O valor representa 82% dos R$ 541,8 bilhões previstos para serem concluídos no período 2007-2010.

O desenvolvimento chegou a todo o território brasileiro. Essa é a mudança substancial que acontece neste momento no País.

Duas das maiores hidrelétricas do mundo estão sendo construídas hoje no Brasil: Santo Antônio e Jirau, e Belo Monte será iniciada em breve. No dia 30 de novembro, o Governo Federal inaugurou as Eclusas do Tucuruí, no Pará. Um empreendimento que estava em ritmo lento havia 30 anos e que foi retomado pelo PAC. Um marco histórico para a região Norte do País.

Até dezembro, o PAC concluirá 6.377 quilômetros de rodovias e outros 909 quilômetros de ferrovias. No setor de Petróleo e Gás são 12 novos campos e 12 plataformas em operação, além de 3.776 quilômetros de gasodutos construídos.

Nas áreas de Habitação e Saneamento, 1.323 obras foram concluídas e 4.016 estão sendo executadas em todo o País, em parceria com governos estaduais e municipais.

Isso tudo continuará com o PAC 2. Ao mesmo tempo em que dará continuidade aos investimentos em infraestrutura geral, a segunda etapa do programa priorizará as regiões metropolitanas com investimentos que visam solucionar os problemas históricos que acometem as nossas cidades. Urbanização de favelas, saneamento ambiental, mobilidade urbana, pavimentação, drenagem e contenção de encostas estão contemplados no PAC 2, assim como unidades de pronto atendimento (UPA), unidades básicas de saúde (UBS), pré-escolas, creches, postos comunitários de segurança e espaços de esporte, cultura e lazer.

O melhor balanço é constatar que as brasileiras e os brasileiros estão vivendo muito melhor, e que o País entrou na trajetória contínua do crescimento.

O Brasil finalmente se tornou o país do presente. No link informado na mensagem estão apresentadas, detalhadamente, as informações sobre a execução orçamentária e financeira do PAC, bem como sobre os empreendimentos do programa.

Boa leitura.

Clique abaixo e baixe o Balanço

http://www.brasil.gov.br/pac/relatorios/nacionais/11o-balanco-4-anos

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